Horários dos Crepúsculos civil, náutico e astronômico
Horários dos crepúsculos civil, náutico e astronômico, de manhã e à tarde, por cidade, com tabela completa dia a dia e mês a mês.
Brasília · hoje
Crepúsculo civil, náutico e astronômico de hoje em Brasília
Dá para enxergar. A fase mais clara: ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada.
Navegação. Ainda se distingue a linha do horizonte no mar contra o céu.
Céu escuro. Depois de -18° dá para ver objetos fracos e fazer astrofoto.
Painel dos crepúsculos
Os crepúsculos de hoje em Brasília
O ângulo do sol abaixo do horizonte, o horário em que escurece nos próximos dias e a conta por trás disso, reunidos num painel só.
O ângulo do sol abaixo do horizonte
Cada limite marca o fim de uma fase: 6° o civil, 12° o náutico, 18° o astronômico. Arraste o sol para ver o céu escurecer e a hora avançar. Hoje parte da noite tem luar, e o fim do arraste não chega ao preto total.
Linha do Tempo Anual
Os crepúsculos ao longo do ano em Brasília. Cada coluna é um dia de 2026, de 1º de janeiro a 31 de dezembro, de cima (meia-noite) a baixo (meia-noite seguinte), com as mesmas faixas do calendário abaixo. O arrasto move o dia e a hora, e a cruz marca o ponto: a linha vertical é o dia, a horizontal é o horário e o anel é o encontro dos dois.
Dia Civil Náutico Astronômico Noite
As três faixas do anoitecer acompanham o pôr do sol o ano todo. No Brasil elas ficam mais estreitas perto dos equinócios, em março e setembro, e mais largas perto do solstício de dezembro, quando o sol mergulha abaixo do horizonte de lado e leva mais tempo para chegar a -18°. Em São Paulo o anoitecer vai de cerca de 1h14 em setembro a 1h28 em dezembro.
Quando escurece
Horário em que escurece nos próximos dias em Brasília
O pôr do sol e o fim de cada crepúsculo à tarde: os próximos dias, um mês inteiro ou os doze meses do ano.
| Data | Pôr do sol | Fim civil | Fim náutico | Fim astronômico | Anoitecer |
|---|---|---|---|---|---|
| 1/nov dom · hoje | 18:16 | 18:38 | 19:04 | 19:31 | |
| 2/nov seg | 18:16 | 18:39 | 19:05 | 19:32 | |
| 3/nov ter | 18:17 | 18:39 | 19:05 | 19:32 | |
| 4/nov qua | 18:17 | 18:39 | 19:06 | 19:33 | |
| 5/nov qui | 18:17 | 18:40 | 19:06 | 19:33 | |
| 6/nov sex | 18:18 | 18:40 | 19:07 | 19:34 | |
| 7/nov sáb | 18:18 | 18:41 | 19:07 | 19:34 | |
| 8/nov dom | 18:19 | 18:41 | 19:08 | 19:35 | |
| 9/nov seg | 18:19 | 18:42 | 19:08 | 19:36 | |
| 10/nov ter | 18:20 | 18:42 | 19:09 | 19:36 |
Dia Civil Náutico Astronômico Noite
"Fim civil" = sol a -6°, quando escurece para o dia a dia · "Fim náutico" = sol a -12° · "Fim astronômico" = sol a -18°, quando a noite fica de fato escura. Cada barra é o dia inteiro, da meia-noite à meia-noite, no fuso local da cidade.
Calendário do mês
Calendário do anoitecer de Novembro de 2026 em Brasília
Cada quadrado traz o anoitecer daquele dia: a barra mostra o dia inteiro e os dois horários são o pôr do sol e a hora em que escurece de vez, no fim do crepúsculo astronômico. Troque a cidade e o mês e o calendário passa a valer para eles.
Novembro2026Brasília, DF
▼ pôr do sol · ★ escurece de vez (fim do crepúsculo astronômico) · a barra mostra dia e crepúsculos dentro das 24h · horários no fuso local da cidade escolhida.
Dados Técnicos
Os números de hoje em Brasília
Do horário de cada fase à posição exata do sol neste instante.
Ver os números
Horários das fases hoje
O sol agora e os marcos do dia
Definições e ângulos oficiais
- Crepúsculo civil (0° a -6°)
- ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada.
- Crepúsculo náutico (-6° a -12°)
- a linha do horizonte no mar ainda é visível, o que permite navegar por sextante.
- Crepúsculo astronômico (-12° a -18°)
- últimos traços de claridade; o fundo do céu escurece para observação.
- Noite (abaixo de -18°)
- o sol não clareia mais o céu; escuro total para astrofoto e objetos fracos.
Os ângulos medem a profundidade do centro do sol abaixo do horizonte, na convenção internacional usada por serviços de efemérides como o observatório naval dos Estados Unidos. Horários em hora local da cidade; a hora e a altura do sol atualizam a cada segundo, os demais valores valem para o dia de hoje. As durações variam com a latitude e a estação: perto do equador o crepúsculo é curto, em latitudes altas ele se alonga.
O anoitecer por dentro
Por que o dia não escurece de uma vez
Depois que o sol se põe, a claridade não some de vez. Ela vai baixando aos poucos enquanto o sol continua descendo abaixo do horizonte. Esse intervalo entre o pôr do sol e a noite escura é o crepúsculo, dividido em três faixas pela profundidade do sol.
Quanto tempo depois do pôr do sol o céu escurece
O pôr do sol é o instante em que a borda de cima do disco solar cruza o horizonte. O céu continua claro depois disso, e a hora em que a rua passa a precisar de luz artificial é o fim do crepúsculo civil, com o sol 6° abaixo do horizonte.
No Brasil, o intervalo entre o pôr do sol e o fim do crepúsculo civil fica entre 21 e 29 minutos, conforme a cidade e a data. De manhã a conta se inverte: o início do crepúsculo civil, quando já há luz para a rotina sem iluminação artificial, acontece o mesmo número de minutos antes do nascer do sol.
| Cidade | 21 de junho | 22 de setembro | 21 de dezembro |
|---|---|---|---|
| Fortaleza, CE | 23 min | 21 min | 23 min |
| Recife, PE | 23 min | 21 min | 23 min |
| Brasília, DF | 23 min | 21 min | 24 min |
| Rio de Janeiro, RJ | 25 min | 22 min | 25 min |
| São Paulo, SP | 25 min | 23 min | 25 min |
| Porto Alegre, RS | 26 min | 24 min | 27 min |
| Chuí, RS | 28 min | 25 min | 29 min |
O intervalo cresce do Norte para o Sul e é menor nos equinócios. Em Fortaleza e Recife ele fica em 21 minutos em setembro; no Chuí chega a 29 minutos em dezembro. Para a cidade escolhida no topo, o painel desta página mostra o horário exato de hoje em que o céu clareia e em que escurece.
Os três crepúsculos e para que cada um serve
As faixas não são arbitrárias. Cada corte nasceu de uma atividade que só era possível enquanto o céu tinha um certo grau de luz. O crepúsculo civil vai do pôr do sol até o sol a -6°. É a fase mais clara: ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada, e é por volta desse limite que a iluminação pública e os faróis dos carros costumam ser acesos.
O crepúsculo náutico, do sol a -6° até -12°, veio do mar. Só nessa penumbra o navegador enxerga ao mesmo tempo as estrelas de referência e a linha do horizonte, as duas coisas que o sextante precisa para medir a posição do barco. Com o céu mais claro as estrelas somem; com ele mais escuro o horizonte desaparece.
O crepúsculo astronômico vai de -12° a -18°. Abaixo de -18° o brilho residual do sol deixa de clarear o fundo do céu, e é só então que objetos fracos como galáxias e nebulosas aparecem. É a faixa que interessa à astronomia e à astrofoto, quando o céu enfim fica de fato escuro.
Por que no Brasil o crepúsculo é curto
A duração de cada faixa depende do ângulo com que o sol cruza o horizonte. Perto do equador o sol desce quase na vertical, atravessa o horizonte de forma aberta e chega logo a -18°. Por isso, no equador, as três faixas somam cerca de 70 minutos e esse número quase não muda ao longo do ano. Em latitudes altas o sol desce raso e demora bem mais: perto de 40° de latitude, só o caminho do começo do crepúsculo náutico até o sol nascer ou se pôr já passa de uma hora.
O Brasil quase todo fica dentro dos trópicos, e São Paulo fica quase em cima do Trópico de Capricórnio. Por isso o crepúsculo brasileiro é curto na comparação com a Europa ou o sul da Argentina. Dentro do país ainda há diferença: no Norte, em Belém ou Fortaleza, perto da linha do equador, o crepúsculo termina em menos tempo; no extremo Sul, em Porto Alegre ou no Chuí, ele dura um pouco mais. A diferença é de minutos, mas o painel dos próximos dias mostra ela mudando quando você troca a cidade.
Por que o crepúsculo muda com a estação
Numa mesma cidade a duração também muda com a estação, e o mais curto do ano é o dos equinócios, em março e setembro. Em São Paulo o anoitecer inteiro, do pôr do sol ao fim do crepúsculo astronômico, fica perto de 75 minutos em março e setembro, sobe para 81 no solstício de junho e chega a 88 no de dezembro. Em Porto Alegre, mais ao sul, o mesmo desenho aparece mais forte: 80 minutos nos equinócios contra 97 em dezembro. Perto do equador ele quase some, e em Belém junho e dezembro empatam nos mesmos 75 minutos.
Quem comanda é o ângulo com que o caminho do sol cruza o horizonte, o mesmo motivo da latitude, só que aqui quem inclina esse caminho é a declinação do sol, que muda ao longo do ano. Nos equinócios o sol cruza o horizonte o mais perto da vertical que a latitude do lugar permite e vence rápido os 18°. Nos dois solstícios ele cruza de lado, e o crepúsculo estica. No instante exato do pôr do sol junho e dezembro inclinam o caminho igual; o que separa os dois vem depois, abaixo do horizonte, onde em dezembro o sol corre mais rente por mais tempo e leva cerca de 32 minutos para ir de -12° a -18°, contra 28 em junho. Por isso o crepúsculo mais longo do ano no Brasil é o de dezembro, no auge do verão.
Blue hour e golden hour
A blue hour é o azul intenso que toma o céu logo depois do pôr do sol. Ela cai dentro do crepúsculo, com o sol entre cerca de 4° e 8° abaixo do horizonte, ou seja, no fim do civil e no começo do náutico. É nesse azul que a fotografia da cidade costuma render mais, porque as luzes acesas contrastam com o céu ainda claro.
A golden hour é o contrário. A luz quente e dourada acontece antes, com o sol ainda acima do horizonte, e não é crepúsculo. Se o que você procura é a hora da luz dourada, e não a do fim do dia, os horários estão na página de golden hour.
A que horas os faróis e os postes acendem
Para o Código de Trânsito Brasileiro, noite é "o período do dia compreendido entre o pôr-do-sol e o nascer do sol". A conta é astronômica, não é o relógio: a obrigação de rodar com o farol baixo aceso começa no minuto em que o sol se põe, ainda no início do crepúsculo civil, com o céu claro e todo mundo enxergando bem. Por isso ela cai mais cedo em junho e mais tarde em dezembro, e muda de cidade para cidade.
A iluminação pública não segue o relógio nem o calendário. Cada poste tem um relé fotoelétrico que mede a claridade do ambiente e fecha o circuito sozinho. Pela norma brasileira desses relés, a ABNT NBR 5123, a lâmpada acende quando a luz cai para algo entre 5 e 15 lux e apaga de volta perto dos 30 lux. É o que faz os postes acenderem mais cedo num dia nublado e o horário deles andar alguns minutos por semana ao longo do ano, acompanhando o fim do crepúsculo civil.

Por que uma noite é mais clara que a outra
O fim do crepúsculo astronômico marca a hora em que o sol para de clarear o céu. O que ele não garante é escuridão: isso depende do que mais está no céu naquela noite. A lua é a diferença que se sente na pele. Numa noite em que ela está alta e quase toda iluminada, o campo aberto fica claro o bastante para andar sem lanterna e ver a própria sombra no chão; numa noite em que ela não sobe, o mesmo lugar mergulha numa escuridão em que se enxerga a Via Láctea. Entre um extremo e outro a diferença de luz no chão passa de cem vezes.
Na cidade essa diferença quase desaparece, porque um poste entrega dezenas de vezes mais luz do que a noite mais clara. É na praia, no sítio, na estrada e no apagão que a noite mostra a cara dela. Quem quer céu estrelado procura as noites escuras; quem quer caminhar, pescar ou acampar com o caminho visível prefere as claras. O painel desta página termina o arraste do sol na noite como ela fica hoje, e o selo ao lado do seletor de cidade diz se ela vem clara, média ou escura.
Por que o céu fica vermelho e depois azul
O ar espalha mais a luz azul do que a vermelha. Com o sol alto, esse espalhamento é o que deixa o céu inteiro azul. Com o sol raspando o horizonte, a luz atravessa uma camada de ar muito mais espessa antes de chegar aos seus olhos, e o azul se perde pelo caminho. Sobra a parte vermelha e laranja, que é a cor do sol perto de se pôr.
Depois que o sol some, nenhum raio direto chega mais. O que ilumina o céu é a luz que bate lá em cima, na atmosfera alta, e volta espalhada. Aí entra a camada de ozônio: ela deixa o azul passar e engole boa parte do vermelho e do laranja. Medidas clássicas de Edward Hulburt, dos anos 1950, atribuem ao ozônio cerca de dois terços do azul do céu no pôr do sol, e ao espalhamento o terço restante. É esse azul, filtrado pelo ozônio, que dá o tom da blue hour.

O cinturão de Vênus e a sombra da Terra
Nos primeiros minutos depois do pôr do sol, o lado oposto ao sol tem um espetáculo próprio. Junto ao horizonte sobe uma faixa escura, azul acinzentada: é a sombra da própria Terra projetada no ar, o mesmo cone de sombra que causa os eclipses da lua. Logo acima dela vem uma faixa rosada, que ocupa mais ou menos de 10° a 20° acima do horizonte. Esse rosa é o cinturão de Vênus, e o nome não tem nada a ver com o planeta.
A cor vem da mesma luz avermelhada do pôr do sol, que atravessa a atmosfera rente ao chão e volta espalhada para o outro lado do céu. Conforme o sol desce, a sombra da Terra sobe, come a faixa rosa e toma o céu inteiro. Dura poucos minutos, tudo dentro do crepúsculo civil. De manhã o mesmo desenho aparece no lado oposto ao nascer do sol, descendo em vez de subir.

Nos polos o crepúsculo toma a noite inteira
O crepúsculo curto do Brasil é o extremo de um lado. Do outro lado ficam as latitudes altas, onde o sol desce tão raso que nem completa o mergulho. Acima de cerca de 48°33', por volta do solstício de verão, o sol não chega a -18° em nenhum momento da noite: o crepúsculo astronômico começa e não termina, e o céu não fica totalmente escuro até o dia seguinte. Acima de cerca de 60°33' nem o crepúsculo civil acaba, e a noite inteira fica na claridade que rende as chamadas noites brancas de São Petersburgo.
Passando do Círculo Polar, a 66°33', o sol não se põe. Sem pôr do sol não há crepúsculo nenhum, e sim o sol da meia-noite. O Brasil não chega perto disso: o ponto mais ao sul do país, no Chuí, fica em 33°45'.

De onde você olha muda o horário
Quem está no alto vê o horizonte mais baixo. Cada 100 metros de altura derrubam a linha do horizonte cerca de 0,3° abaixo da horizontal, o que empurra o pôr do sol para pouco mais de um minuto depois. Do topo de um prédio ou de um morro o sol some depois do que na rua ali embaixo.
O fim do crepúsculo não anda junto. Os limites de -6°, -12° e -18° medem a posição do sol em relação à horizontal do lugar, não à linha que você enxerga. O céu escurece na mesma hora para quem está lá em cima e para quem está no térreo. Da altura, o que muda é que o pôr do sol vem depois e a faixa clara fica um pouco mais curta.
No mar acontece o oposto do que a maioria vê. Na praia o horizonte é a linha da água, livre, e o sol se põe no horário que a tabela calcula. Na cidade ou no meio de morros o sol desaparece atrás de um prédio ou de uma encosta bem antes disso, e o crepúsculo já está rolando enquanto você acha que o sol ainda está para se pôr. Os horários desta página são os do horizonte livre.
Os limites de -6°, -12° e -18° seguem a convenção internacional adotada por serviços de efemérides como o observatório naval dos Estados Unidos. As comparações de duração por latitude são as observadas para o equador e para os 40° de latitude ao redor dos equinócios. As durações por estação citadas para São Paulo, Porto Alegre e Belém são calculadas pelo motor solar desta página e conferem com a fórmula clássica do ângulo horário de nascer e pôr publicada pelo IMCCE, o Instituto de Mecânica Celeste e Cálculo de Efemérides do Observatório de Paris (consulta em 16/07/2026). A definição de noite é a do Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997); as faixas de acionamento dos relés de iluminação pública são as da ABNT NBR 5123.
Crepúsculo
Perguntas frequentes
Qual é a diferença entre crepúsculo civil, náutico e astronômico?
Que horas escurece de vez hoje em Brasília?
Que horas amanhece hoje em Brasília?
O crepúsculo é a mesma coisa que golden hour?
Em que época do ano o crepúsculo dura mais?
Créditos das fotos
- Card do crepúsculo civil, Praia do Forte (Florianópolis): foto de Tiago de Albuquerque Reis, licença CC BY-SA 3.0, publicada no Wikimedia Commons. A imagem foi redimensionada para esta página.
- Card do crepúsculo náutico: foto de Oswald Tenorio, licença Pexels, publicada no Pexels.
- Card do crepúsculo astronômico: foto de Ernandes Alves, licença Pexels, publicada no Pexels.
- Belo Horizonte no crepúsculo civil: foto de Francisco Boratto, licença CC BY-SA 4.0, publicada no Wikimedia Commons. A imagem foi redimensionada para esta página.
- Fernando de Noronha ao pôr do sol: foto de Josadaik Alcântara Marques, licença CC BY-SA 3.0, publicada no Wikimedia Commons. A imagem foi redimensionada para esta página.
- Sombra da Terra e cinturão de Vênus em Edmonton (Canadá): foto de Yeghugo (Hugo Sanchez), licença CC BY-SA 4.0, publicada no Wikimedia Commons. A imagem foi redimensionada para esta página.
- Reine, nas ilhas Lofoten: foto de Ximonic (Simo Räsänen), licença CC BY-SA 4.0, publicada no Wikimedia Commons. A imagem foi redimensionada para esta página.