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São Paulo, SP
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Horários dos Crepúsculos civil, náutico e astronômico

Horários dos crepúsculos civil, náutico e astronômico, de manhã e à tarde, por cidade, com tabela completa dia a dia e mês a mês.

Crepúsculo civil, náutico e astronômico de hoje em São Paulo

Mostrando os crepúsculos de

Próximo crepúsculo: astronômico, manhã, às 04:47
em 1h 29min
Noite média
Crepúsculo civil
sol de 0° a -6°
Manhã05:40-06:02
Tarde18:01-18:23

Dá para enxergar. A fase mais clara: ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada.

Crepúsculo náutico
sol de -6° a -12°
Manhã05:14-05:40
Tarde18:23-18:50

Navegação. Ainda se distingue a linha do horizonte no mar contra o céu.

Crepúsculo astronômico
sol de -12° a -18°
Manhã04:47-05:14
Tarde18:50-19:16

Céu escuro. Depois de -18° dá para ver objetos fracos e fazer astrofoto.

Golden hour Blue hour Crepúsculo Astronômico Dia pleno Noite

Painel dos crepúsculos

Os crepúsculos de hoje em São Paulo

O ângulo do sol abaixo do horizonte, o horário em que escurece nos próximos dias e a conta por trás disso, reunidos num painel só.

O ângulo do sol abaixo do horizonte

Cada limite marca o fim de uma fase: 6° o civil, 12° o náutico, 18° o astronômico. Arraste o sol para ver o céu escurecer e a hora avançar. Hoje parte da noite tem luar, e o fim do arraste não chega ao preto total.

horizonte -6° -12° -18°
Civil (0 a -6°) Náutico (-6 a -12°) Astronômico (-12 a -18°)

Linha do Tempo Anual

Os crepúsculos ao longo do ano em São Paulo. Cada coluna é um dia de 2026, de 1º de janeiro a 31 de dezembro, de cima (meia-noite) a baixo (meia-noite seguinte), com as mesmas faixas do calendário abaixo. O arrasto move o dia e a hora, e a cruz marca o ponto: a linha vertical é o dia, a horizontal é o horário e o anel é o encontro dos dois.

Dia Civil Náutico Astronômico Noite

As três faixas do anoitecer acompanham o pôr do sol o ano todo. No Brasil elas ficam mais estreitas perto dos equinócios, em março e setembro, e mais largas perto do solstício de dezembro, quando o sol mergulha abaixo do horizonte de lado e leva mais tempo para chegar a -18°. Em São Paulo o anoitecer vai de cerca de 1h14 em setembro a 1h28 em dezembro.

Quando escurece

Horário em que escurece nos próximos dias em São Paulo

O pôr do sol e o fim de cada crepúsculo à tarde: os próximos dias, um mês inteiro ou os doze meses do ano.

Pôr do sol e fim dos crepúsculos, próximos 10 dias em São Paulo, SP
DataPôr do solFim civilFim náuticoFim astronômicoAnoitecer
16/set qua · hoje18:0118:2318:5019:16
17/set qui18:0118:2418:5019:16
18/set sex18:0118:2418:5019:16
19/set sáb18:0218:2418:5119:17
20/set dom18:0218:2518:5119:17
21/set seg18:0218:2518:5119:18
22/set ter18:0318:2518:5219:18
23/set qua18:0318:2618:5219:18
24/set qui18:0318:2618:5219:19
25/set sex18:0418:2618:5319:19

Dia Civil Náutico Astronômico Noite

"Fim civil" = sol a -6°, quando escurece para o dia a dia · "Fim náutico" = sol a -12° · "Fim astronômico" = sol a -18°, quando a noite fica de fato escura. Cada barra é o dia inteiro, da meia-noite à meia-noite, no fuso local da cidade.

Calendário do mês

Calendário do anoitecer de Setembro de 2026 em São Paulo

Cada quadrado traz o anoitecer daquele dia: a barra mostra o dia inteiro e os dois horários são o pôr do sol e a hora em que escurece de vez, no fim do crepúsculo astronômico. Troque a cidade e o mês e o calendário passa a valer para eles.

Mostrando o calendário do anoitecer de

Setembro2026São Paulo, SP

domd
segs
tert
quaq
quiq
sexs
sábs
11h15
17:56
19:11
21h16
17:56
19:12
31h15
17:57
19:12
41h15
17:57
19:12
51h15
17:57
19:12
61h15
17:58
19:13
71h15
17:58
19:13
81h15
17:58
19:13
91h15
17:59
19:14
101h15
17:59
19:14
111h15
17:59
19:14
121h14
18:00
19:14
131h15
18:00
19:15
141h15
18:00
19:15
151h15
18:00
19:15
161h15
18:01
19:16
171h15
18:01
19:16
181h15
18:01
19:16
191h15
18:02
19:17
201h15
18:02
19:17
211h16
18:02
19:18
221h15
18:03
19:18
231h15
18:03
19:18
241h16
18:03
19:19
251h15
18:04
19:19
261h15
18:04
19:19
271h16
18:04
19:20
281h15
18:05
19:20
291h16
18:05
19:21
301h16
18:05
19:21

pôr do sol · escurece de vez (fim do crepúsculo astronômico) · a barra mostra dia e crepúsculos dentro das 24h · horários no fuso local da cidade escolhida.

Dados Técnicos

Os números de hoje em São Paulo

Do horário de cada fase à posição exata do sol neste instante.

Horários das fases hoje

Civil, manhã05:40-06:02
Civil, tarde18:01-18:23
Náutico, manhã05:14-05:40
Náutico, tarde18:23-18:50
Astronômico, manhã04:47-05:14
Astronômico, tarde18:50-19:16

Duração de cada faixa hoje, à tarde

Faixa civil (0° a -6°)22 min
Faixa náutica (-6° a -12°)27 min
Faixa astronômica (-12° a -18°)26 min
Do pôr do sol à noite1h 15min

O sol agora e os marcos do dia

Hora local agora03:18:34
Altura do sol agora-38,142°
Azimute do pôr do sol272° O
Meio-dia solar12:01
Meia-noite solar00:01
Duração do dia11h 59min
Dia vs ontem+1 min 21 s
Blue hour da tarde18:01-18:23
Declinação solar do dia2,5°
Latitude da cidade-23,5329°
Longitude da cidade-46,6395°

Definições e ângulos oficiais

Crepúsculo civil (0° a -6°)
ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada.
Crepúsculo náutico (-6° a -12°)
a linha do horizonte no mar ainda é visível, o que permite navegar por sextante.
Crepúsculo astronômico (-12° a -18°)
últimos traços de claridade; o fundo do céu escurece para observação.
Noite (abaixo de -18°)
o sol não clareia mais o céu; escuro total para astrofoto e objetos fracos.

Os ângulos medem a profundidade do centro do sol abaixo do horizonte, na convenção internacional usada por serviços de efemérides como o observatório naval dos Estados Unidos. Horários em hora local da cidade; a hora e a altura do sol atualizam a cada segundo, os demais valores valem para o dia de hoje. As durações variam com a latitude e a estação: perto do equador o crepúsculo é curto, em latitudes altas ele se alonga.

O anoitecer por dentro

Por que o dia não escurece de uma vez

Depois que o sol se põe, a claridade não some de vez. Ela vai baixando aos poucos enquanto o sol continua descendo abaixo do horizonte. Esse intervalo entre o pôr do sol e a noite escura é o crepúsculo, dividido em três faixas pela profundidade do sol.

Os três crepúsculos e para que cada um serve

As faixas não são arbitrárias. Cada corte nasceu de uma atividade que só era possível enquanto o céu tinha um certo grau de luz. O crepúsculo civil vai do pôr do sol até o sol a -6°. É a fase mais clara: ainda dá para andar, dirigir e ler na rua sem lâmpada, e é por volta desse limite que a iluminação pública e os faróis dos carros costumam ser acesos.

O crepúsculo náutico, do sol a -6° até -12°, veio do mar. Só nessa penumbra o navegador enxerga ao mesmo tempo as estrelas de referência e a linha do horizonte, as duas coisas que o sextante precisa para medir a posição do barco. Com o céu mais claro as estrelas somem; com ele mais escuro o horizonte desaparece.

O crepúsculo astronômico vai de -12° a -18°. Abaixo de -18° o brilho residual do sol deixa de clarear o fundo do céu, e é só então que objetos fracos como galáxias e nebulosas aparecem. É a faixa que interessa à astronomia e à astrofoto, quando o céu enfim fica de fato escuro.

Por que no Brasil o crepúsculo é curto

A duração de cada faixa depende do ângulo com que o sol cruza o horizonte. Perto do equador o sol desce quase na vertical, atravessa o horizonte de forma aberta e chega logo a -18°. Por isso, no equador, as três faixas somam cerca de 70 minutos e esse número quase não muda ao longo do ano. Em latitudes altas o sol desce raso e demora bem mais: perto de 40° de latitude, só o caminho do começo do crepúsculo náutico até o sol nascer ou se pôr já passa de uma hora.

O Brasil quase todo fica dentro dos trópicos, e São Paulo fica quase em cima do Trópico de Capricórnio. Por isso o crepúsculo brasileiro é curto na comparação com a Europa ou o sul da Argentina. Dentro do país ainda há diferença: no Norte, em Belém ou Fortaleza, perto da linha do equador, o crepúsculo é o mais rápido; no extremo Sul, em Porto Alegre ou no Chuí, ele dura um pouco mais. A diferença é de minutos, mas o painel dos próximos dias mostra ela mudando quando você troca a cidade.

Por que o crepúsculo muda com a estação

Numa mesma cidade a duração também muda com a estação, e o mais curto do ano é o dos equinócios, não o do inverno. Em São Paulo o anoitecer inteiro, do pôr do sol ao fim do crepúsculo astronômico, fica perto de 75 minutos em março e setembro, sobe para 81 no solstício de junho e chega a 88 no de dezembro. Em Porto Alegre, mais ao sul, o mesmo desenho aparece mais forte: 80 minutos nos equinócios contra 97 em dezembro. Perto do equador ele quase some, e em Belém junho e dezembro empatam nos mesmos 75 minutos.

Quem comanda é o ângulo com que o caminho do sol cruza o horizonte, o mesmo motivo da latitude, só que aqui quem inclina esse caminho é a declinação do sol, que muda ao longo do ano. Nos equinócios o sol cruza o horizonte o mais perto da vertical que a latitude do lugar permite e vence rápido os 18°. Nos dois solstícios ele cruza de lado, e o crepúsculo estica. No instante exato do pôr do sol junho e dezembro inclinam o caminho igual; o que separa os dois vem depois, abaixo do horizonte, onde em dezembro o sol corre mais rente por mais tempo e leva cerca de 32 minutos para ir de -12° a -18°, contra 28 em junho. Por isso o crepúsculo mais longo do ano no Brasil é o de dezembro, no auge do verão.

Blue hour e golden hour

A blue hour é o azul intenso que toma o céu logo depois do pôr do sol. Ela cai dentro do crepúsculo, com o sol entre cerca de 4° e 8° abaixo do horizonte, ou seja, no fim do civil e no começo do náutico. É nesse azul que a fotografia da cidade costuma render mais, porque as luzes acesas contrastam com o céu ainda claro.

A golden hour é o contrário. A luz quente e dourada acontece antes, com o sol ainda acima do horizonte, e não é crepúsculo. Se o que você procura é a hora da luz dourada, e não a do fim do dia, os horários estão na página de golden hour.

A que horas os faróis e os postes acendem

Para o Código de Trânsito Brasileiro, noite é "o período do dia compreendido entre o pôr-do-sol e o nascer do sol". A conta é astronômica, não é o relógio: a obrigação de rodar com o farol baixo aceso começa no minuto em que o sol se põe, ainda no início do crepúsculo civil, com o céu claro e todo mundo enxergando bem. Por isso ela cai mais cedo em junho e mais tarde em dezembro, e muda de cidade para cidade.

A iluminação pública não segue o relógio nem o calendário. Cada poste tem um relé fotoelétrico que mede a claridade do ambiente e fecha o circuito sozinho. Pela norma brasileira desses relés, a ABNT NBR 5123, a lâmpada acende quando a luz cai para algo entre 5 e 15 lux e apaga de volta perto dos 30 lux. É o que faz os postes acenderem mais cedo num dia nublado e o horário deles andar alguns minutos por semana ao longo do ano, acompanhando o fim do crepúsculo civil.

Belo Horizonte vista de cima no fim da tarde, com o céu ainda vermelho e as luzes da cidade já acesas.
Belo Horizonte no crepúsculo civil: o céu ainda tem cor e a iluminação já está acesa.

Por que uma noite é mais clara que a outra

O fim do crepúsculo astronômico marca a hora em que o sol para de clarear o céu. O que ele não garante é escuridão: isso depende do que mais está no céu naquela noite. A lua é a diferença que se sente na pele. Numa noite em que ela está alta e quase toda iluminada, o campo aberto fica claro o bastante para andar sem lanterna e ver a própria sombra no chão; numa noite em que ela não sobe, o mesmo lugar mergulha numa escuridão em que se enxerga a Via Láctea. Entre um extremo e outro a diferença de luz no chão passa de cem vezes.

Na cidade essa diferença quase desaparece, porque um poste entrega dezenas de vezes mais luz do que a noite mais clara. É na praia, no sítio, na estrada e no apagão que a noite mostra a cara dela. Quem quer céu estrelado procura as noites escuras; quem quer caminhar, pescar ou acampar com o caminho visível prefere as claras. O painel desta página termina o arraste do sol na noite como ela fica hoje, e o selo ao lado do seletor de cidade diz se ela vem clara, média ou escura.

Por que o céu fica vermelho e depois azul

O ar espalha mais a luz azul do que a vermelha. Com o sol alto, esse espalhamento é o que deixa o céu inteiro azul. Com o sol raspando o horizonte, a luz atravessa uma camada de ar muito mais espessa antes de chegar aos seus olhos, e o azul se perde pelo caminho. Sobra a parte vermelha e laranja, que é a cor do sol perto de se pôr.

Depois que o sol some, nenhum raio direto chega mais. O que ilumina o céu é a luz que bate lá em cima, na atmosfera alta, e volta espalhada. Aí entra a camada de ozônio: ela deixa o azul passar e engole boa parte do vermelho e do laranja. Medidas clássicas de Edward Hulburt, dos anos 1950, atribuem ao ozônio cerca de dois terços do azul do céu no pôr do sol, e ao espalhamento o terço restante. É esse azul, filtrado pelo ozônio, que dá o tom da blue hour.

Sol baixo sobre o mar em Fernando de Noronha, com a silhueta do Morro do Pico e o céu dourado perto do horizonte e azul mais acima.
Fernando de Noronha: dourado perto do horizonte, onde a luz atravessa mais ar, e azul no alto do céu.

O cinturão de Vênus e a sombra da Terra

Nos primeiros minutos depois do pôr do sol, o lado oposto ao sol tem um espetáculo próprio. Junto ao horizonte sobe uma faixa escura, azul acinzentada: é a sombra da própria Terra projetada no ar, o mesmo cone de sombra que causa os eclipses da lua. Logo acima dela vem uma faixa rosada, que ocupa mais ou menos de 10° a 20° acima do horizonte. Esse rosa é o cinturão de Vênus, e o nome não tem nada a ver com o planeta.

A cor vem da mesma luz avermelhada do pôr do sol, que atravessa a atmosfera rente ao chão e volta espalhada para o outro lado do céu. Conforme o sol desce, a sombra da Terra sobe, come a faixa rosa e toma o céu inteiro. Dura poucos minutos, tudo dentro do crepúsculo civil. De manhã o mesmo desenho aparece no lado oposto ao nascer do sol, descendo em vez de subir.

Panorâmica de um rio ao crepúsculo com uma faixa azul escura junto ao horizonte e uma faixa rosa logo acima dela.
A faixa escura junto ao horizonte é a sombra da Terra. A faixa rosa acima dela é o cinturão de Vênus.

Nos polos o crepúsculo toma a noite inteira

O crepúsculo curto do Brasil é o extremo de um lado. Do outro lado ficam as latitudes altas, onde o sol desce tão raso que nem completa o mergulho. Acima de cerca de 48°33', por volta do solstício de verão, o sol não chega a -18° em nenhum momento da noite: o crepúsculo astronômico começa e não termina, e o céu não fica totalmente escuro até o dia seguinte. Acima de cerca de 60°33' nem o crepúsculo civil acaba, e a noite inteira fica na claridade que rende as chamadas noites brancas de São Petersburgo.

Passando do Círculo Polar, a 66°33', o sol não se põe. Sem pôr do sol não há crepúsculo nenhum, e sim o sol da meia-noite. O Brasil não chega perto disso: o ponto mais ao sul do país, no Chuí, fica em 33°45'.

Vila de Reine, nas ilhas Lofoten, com casas vermelhas e montanhas iluminadas pelo sol baixo numa noite de verão.
Reine, nas ilhas Lofoten (Noruega), a 67,9° de latitude, numa noite de junho.

De onde você olha muda o horário

Quem está no alto vê o horizonte mais baixo. Cada 100 metros de altura derrubam a linha do horizonte cerca de 0,3° abaixo da horizontal, o que empurra o pôr do sol para pouco mais de um minuto depois. Do topo de um prédio ou de um morro o sol some depois do que na rua ali embaixo.

O fim do crepúsculo não anda junto. Os limites de -6°, -12° e -18° medem a posição do sol em relação à horizontal do lugar, não à linha que você enxerga. O céu escurece na mesma hora para quem está lá em cima e para quem está no térreo. Da altura, o que muda é que o pôr do sol vem depois e a faixa clara fica um pouco mais curta.

No mar acontece o oposto do que a maioria vê. Na praia o horizonte é a linha da água, livre, e o sol se põe no horário que a tabela calcula. Na cidade ou no meio de morros o sol desaparece atrás de um prédio ou de uma encosta bem antes disso, e o crepúsculo já está rolando enquanto você acha que o sol ainda está para se pôr. Os horários desta página são os do horizonte livre.

Os limites de -6°, -12° e -18° seguem a convenção internacional adotada por serviços de efemérides como o observatório naval dos Estados Unidos. As comparações de duração por latitude são as observadas para o equador e para os 40° de latitude ao redor dos equinócios. As durações por estação citadas para São Paulo, Porto Alegre e Belém são calculadas pelo motor solar desta página e conferem com a fórmula clássica do ângulo horário de nascer e pôr publicada pelo IMCCE, o Instituto de Mecânica Celeste e Cálculo de Efemérides do Observatório de Paris (consulta em 16/07/2026). A definição de noite é a do Anexo I do Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997); as faixas de acionamento dos relés de iluminação pública são as da ABNT NBR 5123.

Crepúsculo

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre crepúsculo civil, náutico e astronômico?
A diferença é a profundidade do sol abaixo do horizonte: o civil vai de 0° a -6° (ainda há luz do dia), o náutico de -6° a -12° (horizonte no mar ainda visível) e o astronômico de -12° a -18° (sol abaixo de -18°, céu escuro para astrofoto).
Que horas escurece de vez hoje em São Paulo?
Hoje o sol se põe às 18:01, o crepúsculo civil termina às 18:23 e o fim do crepúsculo astronômico, quando o céu fica totalmente escuro, é às 19:16. Escolha outra cidade no seletor do topo para ver os horários dela. Para entender por que esse horário muda ao longo do ano, veja que horas escurece hoje.
Que horas amanhece hoje em São Paulo?
O céu começa a clarear no início do crepúsculo civil, às 05:40, e o sol nasce às 06:02. Entre um horário e outro já há luz para a rotina, mesmo antes de o sol aparecer no horizonte. Troque a cidade no seletor do topo para ver os horários dela, e veja que horas amanhece para entender por que muda no ano.
O crepúsculo é a mesma coisa que golden hour?
Não. A golden hour acontece com o sol ainda acima do horizonte, na luz dourada antes do pôr do sol. O crepúsculo começa no pôr do sol e vai até o céu escurecer, já com o sol abaixo do horizonte.
Em que época do ano o crepúsculo dura mais?
No Brasil, perto do solstício de dezembro, e não no inverno. Em São Paulo o anoitecer completo, do pôr do sol ao fim do crepúsculo astronômico, vai de cerca de 75 minutos nos equinócios de março e setembro a 88 minutos em dezembro; junho fica no meio, com 81. O mais curto do ano é o dos equinócios, quando o sol cruza o horizonte mais perto da vertical e chega mais rápido aos 18° abaixo dele.

Créditos das fotos

  • Foto: Tiago de Albuquerque Reis / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
  • Foto: Oswald Tenorio / Pexels
  • Foto: Ernandes Alves / Pexels
  • Foto: Francisco Boratto / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
  • Foto: Josadaik Alcântara Marques / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
  • Foto: Yeghugo (Hugo Sanchez) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
  • Foto: Ximonic (Simo Räsänen) / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)